Estados Unidos - Um homem de Oregon, nos Estados Unidos, está esperando um bebê. Thomas Beatie, que nasceu mulher e na adolescência fez uma cirurgia para a mudança de sexo, está grávido de cinco meses, segundo informa a rádio Caracol. Diante da impossibilidade de sua mulher de engravidar, Beatie se ofereceu para a gestação da criança. Na mudança de sexo, ele havia retirado os seios, mas mantido o aparelho reprodutor feminino, embora jamais imaginasse que poderia precisar dele. Durante oito anos, Beatie recebeu injeções de testosterona para modificar sua aparência. Os hormônios fizeram com que adquirisse um aspecto mais masculino, mas quando os abandonou, rapidamente seu corpo voltou a funcionar como o de uma mulher. Depois que Nancy, mulher de Beatie há dez anos, fez uma histerectomia, ambos concluíram que a melhor opção era que ele engravidasse. Após um ano de consultas com nove médicos diferentes, Beatie engravidou com o esperma de um doador não identificado. O casal espera o bebê para o início de julho. O diretor da revista The Advocate, que entrevistou Beatie, afirma que conversou com o médico do casal que confirmou a gestação.
EUA: mulher troca de sexo e engravida como homem
Estudantes americanas fazem pacto para engravidar juntas
"Metade das estudantes grávidas, todas menores de 16 anos, confessou ter feito um pacto para engravidar e criar seus bebês juntas", contou Joseph Sullivan, diretor do Gloucester High School, uma escola secundária dessa pequena cidade pesqueira.
O pai de uma dessas crianças seria um sem-teto de 24 anos, acrescentou o diretor. De acordo com o jornal Boston Globe, outros homens envolvidos teriam em torno de 20 anos e podem vir a responder a processos por manter relações sexuais com menores de idade.
Nenhuma das participantes do suposto pacto ou seus pais não aceitou falar com a Time, mas, segundo testemunhas, não ocultaram sua alegria ao receber a notícia que estavam grávidas.
Resultado pode ajudar senadora a convencer delegados indecisos antes da nomeação.
Ao som de Ricky Martin, ela fez campanha por 15 dias no Estado.
A vitória não tem grande impacto para diminuir a vantagem de Barack Obama, mas pode ajudar Hillary a convencer delegados indecisos.
Após perder a batalha para ficar com a totalidade dos delegados dos estados de Michigan e Flórida, a pré-candidata democrata Hillary Clinton esperava vencer neste domingo (1º).
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A votação foi a chance de a senadora obter mais delegados antes da convenção do partido que decidirá quem será o candidato oficial à Presidência. As duas últimas prévias democratas acontecem na próxima semana em Montana e Dakota do Sul.
Hillary e sua filha, Chelsea, passaram 15 dias no Estado, em campanha. Ao som de Ricky Martin, a senadora tentou conquistar os votos dos eleitores. "Esperamos que os porto-riquenhos saiam amanhã para votar majoritariamente porque uma ampla participação servirá para que os superdelegados nos dêem a vitória", explicou à agência de notícias Efe Blanca Paniagua, funcionária aposentada do Departamento de Família de Porto Rico que participa da organização da campanha.
Sem possibilidades de vencer em número de delegados o senador Barack Obama, seu rival na luta pela candidatura democrata, Hillary Clinton se apega aos cerca de 250 superdelegados que ainda não se pronunciaram.
O Partido Democrata decidiu neste sábado (31), em um hotel de Washington, que delegados da Flórida e de Michigan vão participar da escolha do candidato para a eleição presidencial, mas seus votos vão valer metade, por não terem respeitado o calendário oficial das primárias. A decisão abalou Hillary, que deixou de ganhar a totalidade de votos que havia conseguido nas prévias em discussão e ficou mais longe de Barack Obama.
Hillary vai ficar todo o fim de semana em Porto Rico na busca de uma vitória que lhe dê chances de permanecer na disputa, já que na próxima terça-feira só restarão as primárias de Montana e Dakota do Sul.
* Com informações da Efe, Associated Press e Reuters
Hillary ou Obama terão que desistir, diz presidente do partido democrata
Para Howard Dean, um dos dois deve se retirar até junho. A insistência na disputa enfraqueceria o partido para a votação em novembro
O presidente do Partido Democrata americano, Howard Dean, afirmou nesta segunda-feira (28) que Hillary Clinton ou Barack Obama terão que desistir de sua candidatura à Presidência dos Estados Unidos. O prazo para desistência seria até junho, quando terminam as primárias. Para Dean, somente unido em torno de um só candidato o partido terá condições para enfrentar o republicano John McCain.
A desistência seria necessária porque, aparentemente, nenhum dos dois pré-candidatos democratas conseguirá os 2.024 delegados necessários para assegurar a candidatura à Presidência. Neste caso, a decisão ficaria a cargo dos 800 superdelegados do partido durante a convenção nacional, em agosto.
Dean, no entanto, não deseja que a disputa chegue a este ponto. Segundo ele, esta cisão diminui as chances de os democratas vencerem em 4 de novembro. "Não podemos ter um convenção dividida. Se isso acontecer, será muito difícil reparar o partido depois disso", afirmou Dean em uma entrevista à rede de TV "ABC".
Resultados
Até agora, Barack Obama conta com o apoio de 1.727 delegados. A ex-primeira-dama tem 1.592. Devido ao sistema de divisão, proporcional, é quase certo que o senador afro-americano se manterá na frente no fim das primárias.
Mesmo assim, Hillary batalha para encolher a distância que a separa de Obama. A estratégia é persuadir os superdelegados que, em um confornto direto com McCain, ela teria mais vantagens do que Obama.
Confrontos em Cidade Sadr causam a morte de 34 pessoas.
Pelo menos 34 pessoas morreram em confrontos no bairro de Cidade Sadr, em Bagdá, durante a madrugada e a manhã desta terça-feira. O combate entre milicianos xiitas e tropas dos Estados Unidos é cada vez mais intenso. Durante a madrugada, ataques aéreos de helicópteros norte-americanos atingiram diversas partes do populoso bairro da capital. Segundo o comando militar, todos os 34 mortos eram milicianos ligados ao Exército Mehdi, comandado pelo clérigo xiita Moqtada al-Sadr.
Durante a manhã, pedestres ficaram presos no fogo cruzado. Os sinais de destruição, após horas de batalha, estão por toda a parte. Os confrontos continuam, e a previsão é de que o número de vítimas aumente.
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